Cultura Gramado

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

CULTURA NA FESTA DA COLÔNIA 2010























A festa da Colônia é o evento mais autêntico de Gramado, pois contempla as expressões culturais provenientes das etnias alemã, italiana e portuguesa, formadoras da identidade cultural gramadense.

Foram imigrantes dessas etnias que desbravaram essa terra, aqui se estabeleceram e construiram um pedaço do paraíso no coração da Serra Gaúcha. Moldaram uma cidade linda, próspera e progressista, que desde os primórdios não aceitava ser apenas coadjuvante. Uma cidade incomparável, repleta de belezas naturais e habitada por um povo hospitaleiro, trabalhador e que sabe valorizar as suas origens.

Que tem orgulho da sua descendência rural e faz questão de mostrar suas raízes à todos as pessoas que nos visitam.

E a festa da Colônia reproduz todo esse orgulho e essa diversidade cultural maravilhosamente bem.
É durante a Festa que todas as etnias transformam-se em um povo único, diferente, plural, que faz de Gramado uma cidade exclusiva e culturalmente rica.

Em 2010 a Comissão Organizadora do evento decidiu almpliar o espaço físico, que estava deficiente no antigo local, a Praça das Comunicações, e transferiu a maior parte das atrações para o entorno do lago Joaquina Rita Bier, formando um belo cenário que serviu de palco para que os colonos podessem apresentar seus produtos, sua dança, sua música, sua alegria e seus costumes.

A Subsecretaria de Cultura, desde o ano passado, realiza em parceria com a Festa da Colônia o projeto "Abrindo o Baú", que é composto por uma série de entrevistas realizadas com moradores de localidades rurais gramadenses que contam a história de suas vidas aos alunos das escolas locais, traçam paralelos entre o passado, o presente e o futuro e instigam comparativos entre o ontem e o hoje, proporcionando o resgate da memória oral do nosso município.

















Tanto os colonos entrevistados como as crianças participantes, se emocionaram com as entrevistas realizadas e aprovaram o evento como forma da manutenção da nossa história e a perpetuação das nossas origens.

Em 2010 o evento aconteceu na Praça das Comunicações durante a Festa da Colônia, e foi grande sucesso de público, encantando à todos os presentes.

















A experiência é muita rica uma vez que as pessoas de maior vivência tem sempre histórias belas, tristes, e em muitas vezes cômicas para contar.
Todas as quintas e sextas-feiras, durante o período da festa, pessoas com mais de 70 anos contaram ao público que é formado por alunos das escolas do município, suas histórias de vida em Gramado.

"Esse intercâmbio cultural, que une os jovens do nosso município com moradores antigos de Gramado vem acrescentar conhecimento à comunidade. É bom que saibamos das nossas origens e conheçamos as pessoas que tanto fizeram para que hoje estivéssemos aqui", destaca o subsecretário de Cultura de Gramado, Daniel Bertolucci.

As histórias apresentadas na 20ª Festa da Colônia de Gramado giraram em torno do âmbito rural, como as moradias, escolas e educação da zona colonial do município, que guarda tão bem as suas origens. Zulmira Foss, da Linha Bonita; Antônio Benetti, da Linha Nova; Paulina Branchini, da Linha Pedras Brancas; contaram suas história em 2010.

Além do Projeto Abrindo o Baú, a Subsecretaria de Cultura apresentou um novo projeto nessa edição da Festa da Colônia: trata-se do "Cozinha da Nonna", também realizada na Praça das Comunicações e voltado aos alunos das escolas de Gramado.










A cozinha da Nonna tem por objetivo o resgate histórico das receitas típicas das colônias gramadenses, quando as crianças literalmente "colocam a mão na massa" e participam da confecção das deliciosas iguarias produzidas no meio rural da Região, oriundas de antigas receitas das etnias italiana, alemã e portuguesa, formadoras da nossa identidade cultural.

Esse projeto já na primeira edição foi um sucesso absoluto e já está integrado à programação oficial da Festa da Colônia. O patrocinador do evento, a Famastil, confeccionou aventais personalizados e um livreto de receitas típicas para serem distribuídos entre os participantes dos projetos.










Nona significa avó em italiano, e ninguém melhor indicado que a avó para ensinar crianças a cozinhar, afinal é sempre ela que faz aqueles pratos tão especiais, que a gente nunca esquece.

O projeto “Cozinha da Nona” que aconteceu todas as quintas e sextas-feiras, na Praça das Comunicações e consistiu exatamente nisso: ensinar a culinária dos colonizadores do município às crianças.

Quitutes como grostoli (cueca virada), bolinho de batata, biscoitos, amendoim doce foram feitos pelas crianças que, animadas, desenvolvem os pratos,.

O projeto é coordenado pela professora Denise Foss, da Subsecretaria de Cultura de Gramado.

Quem ensina a gastronomia às crianças são as legítimas nonas gramadenses. "Convidamos algumas senhoras do nosso interior, que prontamente aceitaram o convite, acreditando na importância dessa iniciativa” - destacou a coordenadora.










Para completar a programação voltada às escolas gramadenses, a festa da Colônia criou uma nova atração para a criançada: um teatro de marionetes, desenvolvido pelo Grupo Caixa de Elefante, que contava estórias da nossa colônia através de bonecos, abrilhantando ainda mais a programação cultural oferecida.










Além dos dois projetos desenvolvidos pela Subsecretaria de Cultura, a Festa da Colônia esteve repleta de atrações artísticas que representaram as manifestações culturais típicas das etnias formadoras de Gramado. O espetáculo "Origens", que conta a história do povoamento de Gramado, teve em seu elenco atores, atrizes, músicos, dançarinas e equipe técnica da região, e a direção artística à cargo de Rodrigo Cadorin.










Em comemoração aos 20 anos do evento, foi criado um novo espetáculo, intitulado "Vivências - várias etnias, um só povo", que retratou de maneira cômica a relação entre imigrantes italianos, alemães e italianos nos primórdios da ocupação e desenvolvimento de Gramado. A estória (ou ,de certa forma, história) foi narrada por um personagem que representava um dos mais importantes políticos que a cidade já teve, o Major Nicoletti Filho, que foi o primeiro intendente de Gramado.










Na última apresentação do espetáculo "Vivências", o Subsecretário de Cultura, Daniel Bertolucci, acompanhou a família do Major Nicoletti, composta por netos e bisnetos, na exibição da encenação teatral. Os familiares se emocionaram com a referência ao major, elogiaram a iniciativa da Festa da Colônia e sairam satisfeitos com o que viram, lembrando que a família foi parceira da Prefeitura de Gramado na aquisição da antiga residência do Major para transformá-la em um Museu-Casa que contará a história desse que foi talvez o mais importante personagem no desenvolvimento da cidade.

Outra atração da Festa da Colônia que emocionou o público presente foi o tradicional Desfile das Carretas, que conta através de cada um dos carros de bois um pouco da história da imigração européia no Sul do Brasil, retratando aspectos culturais como gastronomia, vestimentas, folclore, arte, esporte, entre outros.











A subsecretaria aproveita para prestar homenagem à todas as bandinhas típicas, grupos de dança e folclore, teatreiros, dançarinas, músicos, equipes técnicas, Comissão Organizadora, colonos e todos aqueles que participaram de forma brilhante de mais uma edição da festa mais querida de Gramado, a Festa da Colônia.











À todos vocês, o nosso muito obrigado, por auxiliarem na manutenção das nossa origens, da nossa cultura, das nossa raízes!!!!!


E até a próxima Festa da Colônia!

















































































































































































































































terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ITINERÂNCIA DO CONCURSO PINTANDO A NOSSA HISTÓRIA NA PREFEITURA DE GRAMADO

Obras participantes do concurso "Pintando a Nossa História" estão em exposição na Prefeitura de Gramado


O concurso "Pintando a Nossa História" coloriu a rua coberta em outubro com quadros de artistas plásticos gramadenses que retratavam a história de Gramado, tema escolhido em função das comemorações dos 55 anos de emancipação política da cidade.

Após a mostra e a premiação oficial, ocorrida em dezembro, as obras participantes foram expostas na agência local do Banrisul - Banco do Estado do Rio Grande do Sul.

Terminada esta etapa da itinerância do concurso, os quadros agora estão expostos na Prefeitura de Gramado, onde permanecerão até o dia 15 de fevereiro.
Na segunda quinzena desse mês, a itinerância segue para o Centro de Cultura da Várzea Grande.

O "Pintando a Nossa História" é uma ótima oportunidade para conhecer um pouco mais da nossa história, retratada através das Artes Plásticas.
O concurso "Pintando a Nossa História" contou com a participação de dezenas de artistas plásticos gramadenses que retrataram a história da cidade em suas obras

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PREFEITURA RECEBE AS CHAVES DA CASA DO MAJOR NICOLETTI FILHO

Prefeito Nestor Tissot recebeu as chaves da Casa do Major Nicoletti de representante da família Nicoletti


Em reunião realizada no dia 27 de janeiro na Prefeitura de Gramado, o prefeito, Nestor Tissot, acompanhado do secretário do Gabinete de Governança e Desenvolvimento Integrado, Vonei Benetti e do subsecretário de Cultura, Daniel Bertolucci, receberam representantes da família Nicoletti para a assinatura e entrega oficial da posse da Casa do Major Nicoletti, adquirida em novembro de 2009, pelo executivo municipal.

O prefeito Nestor Tissot, recebeu das mãos de Marco Antônio Nicoletti, as chaves da casa que pertenceu ao Major Nicoletti. O local será sede de um museu que está em fase de planejamento.

"Não é possível separar o turismo da cultura, e é isso que faremos nesse espaço. A pedra fundamental do projeto, que tem como objetivo recuperar a história do primeiro gestor de Gramado, está lançada", destacou o prefeito.

O neto do Major Nicoletti demonstrou sua satisfação em ver a propriedade transformada em atração cultural da cidade. "O objetivo desse projeto é criar mais um ícone turístico em Gramado, aliando a memória do Major à beleza da cidade de Gramado", avaliou Marco Antônio Nicoletti.

Principal praça de Gramado leva o nome de Major Nicoletti, que foi um dos principais agentes políticos da história da cidade

Uma comissão foi formada para que sejam definidos futuramente os detalhes do projeto que promete criar mais um belo atrativo para Gramado, que sempre está atenta na elaboração de novos atrativos turísticos e culturais. "A comissão contará com representantes da cultura e do jurídico da Prefeitura, além de todo o suporte da historiadora Marília Daros, representantes da família Nicoletti e técnicos responsáveis pela criação do museu", informou o prefeito Nestor Tissot.

De acordo com o representante da Cultura, Daniel Bertolucci, "o projeto do Museu-Casa Major Nicoletti Filho deve ser confeccionado com grande esmero e responsabilidade, pois irá contemplar fragmentos importantes da história de Gramado e de um de seus principais personagens políticos, o Major Nicoletti. Com a dedicação dessa comissão, será possível integrar projetos de cunho pedagógico que irão auxiliar na perpetuação da nossa história através de um museu autêntico e exclusivo, localizado em um residência histórica e que faz parte do patrimônio histórico e cultural de Gramado".


Casa do Major Nicoletti Filho será transformada em um museu-casa, que contará a história desse ilustre personagem da cidade, responsável por grandes transformações políticas e sociais que deram início ao progresso de Gramado


Abaixo o texto da historiadora Marilia Daros sobre a Casa do Major Nicoletti:


A madeira possui três vidas bem distintas, em seu convívio com o ser humano.

Sua primeira vida é seu hábitat, ou seja, a mão de obra que a própria natureza executou com perfeição e que vem em forma de uma árvore. Frondosa, útil e bela.

A sua segunda vida é subseqüente e menos bela do que a árvore original. A interferência humana se registra de uma forma agressiva ou não. E a madeira passa a ser parte total ou parcial da arquitetura de uma comunidade, através da criatividade ou não, do ser humano que habita esta mesma comunidade.

A terceira vida da madeira é, talvez, a mais significativa de todas. Se ela foi uma grande árvore ou não; se ela foi eticamente tratada até aqui, também não será o mais importante. Esta vida é fantástica porque a madeira passa a ser a forma de preservação da memória coletiva, através da interferência humana de extração, transporte, preparação, construção, ocupação e registros sócio-culturais de sua trajetória.

Então a madeira passa a ser, não somente a árvore que lhe deu o lenho; nem o serrador, que lhe deu o formato; nem o arquiteto e o engenheiro que lhe deram a forma arquitetônica; nem tampouco, a nobreza ou a pobreza de sua vida com as pessoas. O que vai valer é o valor em si que seus ocupantes, seu habitantes lhe deram, a ponto de preservá-la. E mais. O valor que a comunidade lhe deu como um espaço histórico de referência cultural.

Estou pensando sim, e escrevendo, sobre a CASA DO MAJOR NICOLETTI.

Não sabemos exatamente as árvores e sua quantidade, quando de sua construção. Não sabemos os motivos essenciais da escolha destas tábuas quase centenárias. Não sabemos também os motivos que levaram o Major a escolher esta forma arquitetônica que conhecemos e que já foi modificada. Sabemos sim, do seu tempo de construção, seus construtores, e, melhor ainda, seus ocupantes, a vida que ela abrigou, a história que ela contempla.

Era preciso que existissem atenções municipais que pudessem garantir a forma correta de preservação histórica que A CASA DO MAJOR NICOLETTI merecia e que a família guardou tão bem.

Como PATRIMÔNIO HISTÓRICO TOMBADO pelo poder público com a parceria da família NICOLETTI, agora, todas as vidas das árvores que a construíram e que abrigaram a história da família e da comunidade gramadense, poderão ser socializadas e, quando conhecidas, respeitadas.

Agora vamos enxergar de verdade as vidas que existem na madeira desta casa e de tantas outras, que como ela, merecem a mesma atenção histórica.

E a derrota da história não irá mais acontecer...

NOSSA HISTÓRIA precisa destes COMPROMETIMENTOS e COMPARTILHAMENTOS.

De uma mudança de comportamentos. De atitudes simples mas que façam a diferença.

Este será o MUSEU CASA DO MAJOR JOSÉ NICOLETTI FILHO. O grande momento da transformação. Como diria meu pai, “isto é histórico” e vamos aplaudir a nova história que começa a acontecer agora, ou seja, a valoração de Gramado e de seus suportes materiais e imateriais, para conviverem em harmonia turística com o futuro.

Me sinto feliz em estar contribuindo para que nossas antigas árvores e nossas antigas raízes sejam ouvidas, vistas e mais amadas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ITINERÂNCIA DO CONCURSO PINTANDO A NOSSA HISTÓRIA


Itinerâncias do concurso "Pintando a Nossa História" integram o Calendário Cultural de Gramado em 2010


O Concurso artístico "Pintando a Nossa História", desenvolvido pela Subsecretaria de Cultura em comemoração aos 55 anos de emancipação política de Gramado, completados em 2009, foi sucesso absoluto.



Envolveu os artistas plásticos locais, proporcionou visibilidade aos seus trabalhos e incrementou o Turismo Cultural na cidade.



A premiação foi realizada em dezembro na Biblioteca Municipal Cyro Martins e consolidou o evento na Programação Oficial da Cultura em Gramado devido à sua importância, abrangência e repercussão positiva.



A partir do encerramento da edição 2009, iniciou a itinerância do projeto, para que a comunidade gramadense possa conhecer melhor os seus artistas e contemplar as belíssimas obras de arte que retratam o desenvolvimento da nossa cidade, resgatam as nossas origens e perpetuam a nossa história.



O Banrisul - Banco do Estado do Rio Grande do Sul está sediando a primeira de uma série de exposições que a Subsecretaria de Cultura de Gramado deve realizar com as obras de artes do concurso "Pintando a Nossa História".



São 20 quadros que estão expostos na sede do banco, no centro de Gramado, onde permanecem até o dia 29 de janeiro.




A primeira itinerância do concurso "Pintando a Nossa História" acontece no Banrisul de Gramado até o dia 29 desse mês



"É muito importante que o Banrisul dê esse espaço à cultura municipal e estadual, uma vez que é um banco gaúcho. A cultura e a arte devem ser valorizadas e é isso que estamos fazendo aqui", destaca o Gerente da Agência do Banrisul de Gramado, Jaime Antônio Daniel.

Após o término da exposição no banco, as obras poderão ser apreciadas na Sede Administrativa da Prefeitura de Gramado, onde ficarão por mais algumas semanas.


"A Cultura e os artistas de nossa cidade estão sendo muito valorizados na administração Nestor e Luia. É assim que se leva a Arte até o povo. A Revolução Cultural que pretendemos implantar em Gramado é calçada no ensino da arte nas escolas, na valorização dos artistas locais, na reprodução da cultura através de eventos, na promoção e divulgação do segmento junto aos turistas e à comunidade e também em um amplo projeto que visa a democratização do acesso à cultura e que viabilizará a manutenção da diversidade cultural gramadense, quando atingiremos o nosso maior objetivo: levar a arte para todos os lados" - destaca o Subsecretário de Cultura, Daniel Bertolucci.


A idéia da Subsecretaria de Cultura é promover mais itinerâncias desse projeto, que consegue criar uma interface entre artes plásticas e resgate histórico.


Em breve serão divulgados os próximos locais de exposição das obras participantes do concurso "Pintando a Nossa História".


Prestigie!!!!




segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

PARABÉNS GRAMADO - 96 ANOS OFICIAIS DO NOME "GRAMADO"

Quadro que retrata o Coronel Diniz encontra-se no hall da Prefeitura Municipal de Gramado




Texto e Pesquisa: Professora Marília Daros


*** (Arquivo Histórico Particular Hugo Daros) ***



Dezessete de Janeiro.

Esta data foi o início oficial do POVOADO DE GRAMADO, quando, pelo Ato Municipal 139, assinado pelo Cel. Diniz Martins Rangel, Intendente de Taquara do Mundo Novo, nossa terra mãe, "o lugar denominado GRAMADO, passa a incorporar o Quinto Distrito, sendo sua sede e onde residirão as autoridades.

"Na realidade, este ato municipal foi que anexou a área do centro de Gramado até os limites com hoje 3 Coroas, ao então Quinto Distrito de Taquara, que tinha sua sede em Linha Nova, hoje zona colonial de Gramado.Pensando bem, foi a ação político-administrativa que gerou nosso município".

Esquecer desta data, representa, esquecer o nosso real nascimento como o futuro município de Gramado que foi ser oficializado em 1954.Este ato foi trabalhado com afinco pelos nosso homens públicos da época, liderados pelo Major José Nicoletti Filho e do Partido Republicano do distrito.

A prova disto está no quadro, retrato do Coronel Diniz, que se encontra no hall da Prefeitura de Gramado, doado pelos adeptos do Partido Republicano em dezembro de 1912, para acompanhar o sonho de nossa comunidade em formação.

Se você não valorizar esta data, estará desvalorizando sua história municipal.



quinta-feira, 8 de outubro de 2009

PROJETO ABRINDO O BAÚ


O Projeto Abrindo o Baú tem por finalidade principal o resgate da história oral da cidade de Gramado, através de depoimentos de colonos e pessoas que contribuiram para que a cidade se transformasse em um dos principais destinos turísticos do Brasil, realizadora de importantes e grandiosos eventos e um lugar maravilhoso para se viver.


Durante a Festa da Colônia de 2009, através de entrevistas realizadas com descendentes de imigrantes alemães, portugueses e italianos, proporcionou momentos em que o agricultor, personagem principal do evento, pode reviver passagens marcantes de sua vida, tendo como como espectadores cerca de 800 alunos da Rede Municipal de Ensino.


Todos os depoimentos colhidos foram gravados e fazem parte do Acervo da Memória Oral da Subsecretaria de Cultura de Gramado.


O Projeto Abrindo o Baú preocupa-se com a manutenção da nossas origens e tradições, e pretende manter viva a história da comunidade gramadense, colhendo informações que não constam em livros e jornais.


Durante o Festival de Cinema de Gramado foi realizada a segunda edição do Projeto Abrindo o Baú, onde foram realizadas, no stand da Subsecretaria de Cultura, entrevistas com personalidades que contribuiram para a criação e o desenvolvimento deste que é oprincipal evento cinematográfico da América Latina.


E no inicio do mês de Outubro foram realizadas entrevistas e encontros filmados com políticos, no Teatro Elisabeth Rosenfeld do Centro de Cultura, com empresários, historiadores e membros da comunidade contando sobre a sua relação com Gramado e fatos marcantes dos 55 Anos de Emancipação Política de Gramado.


Este é o Abrindo o Baú, um instrumento comunitário de fortificação das raízes de Gramado!